Mais aquarelas. A primeira é do farol da ilha do mel.
Aliás, há o que contar sobre este caso; para pinta-lo eu sentei em um tronco a uns 500 metros distante, este tronco tinha um formato de U, sentei no meio e apoiei o meu godê de aquarela e a água em uma das bordas mais altas (uns trinta ou mais centímetros). Quando já estava quase no fim (precisamente, só faltava a espuma no mar) o meu pai chegou – eu fora de bicicleta e ele a pé – e sentou justamente no outro canto do U. aconteceu o que era de se esperar: o godê foi catapultado direto para o chão, daquela areia branca extremamente fina, que grudou na aquarela inteira. Passei umas duas horas na segunda para tirar toda a sujeira.
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